PAZ EM PLENA VIDA OU NO CEMITÉRIO?

paz

(Texto extraído da aula 21M de 1979… de Huberto Rohden)

      Tratado de paz não é paz de cemitério. Mas nós não queremos tratado de paz passivo no cemitério, nós queremos um tratado de paz em plena vida. Em plena vida plenamente consciente, um tratado de paz em plena consciência espiritual.

       Depois da última guerra em que bombardearam todos os países em toda Europa, estragaram tudo, mataram milhões, eu recebi uma revista da Alemanha em que estava uma caricatura – um imenso campo de batalha onde tinha morrido alemães, nazistas, franceses, russos, ingleses, americanos… Estava cheio de túmulos de soldados desconhecidos. Enterraram todos os soldados e puseram em cima de cada túmulo uma cruz. Mas não tinha nomes, pois não sabiam de quem era cada corpo, em baixo estava escrito:

FINALMENTE A PAZ INTERNACIONAL!

      Só se pode ter paz no cemitério. Num campo de batalha onde todos estão mortos ninguém briga com outro. Alemão não briga com russo, nem com judeu, nem francês…

PRIMAVERA (HEMISFÉRIO SUL)

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QUE TODO O PLANETA SE UNA EM PROL DA PAZ. 

PROCLAMEMOS COM O CORO DOS ANJOS:

“GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS E PAZ NA TERRA”.

UM MINUTO DE SILÊNCIO FÍSICO, MENTAL E EMOCIONAL!…

SABEDORIA IMORTAL

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Amigo internauta:

        Ao passar por uma livraria de sua cidade, procure em algum cantinho da prateleira por algum livro de Huberto Rohden. Segure-o e folhei-o com reverência e carinho. Certamente que você encontrará uma página ou até uma frase que lhe diz algo.

       Um dos últimos livros que Rohden escreveu há mais de 35 anos foi este extraordinário “Sabedoria das Parábolas”. A mensagem de vida destas parábolas orienta e ilumina a humanidade há mais de 2000 anos.

       Quem pronunciou tão importantes palavras foi Jesus de Nazaré, o homem mais univérsico que passou pelo planeta terra. Por meio das parábolas ensinava aos seus ouvintes a ideia do “Reino de Deus” que não se encontra tão longe como nós pensamos, mas sim dentro de cada um de nós.

       “A vós – dizia ele a seus discípulos, vos é dado compreender os mistérios do Reino de Deus, mas ao povo só lhe falo em parábolas”.

       A tradução de Rohden extensivamente comentada e analisada -, foi baseada nos célebres escrito de Mateus, Marcos, Lucas e João (Evangelhos), a partir do texto grego do primeiro século.

      A nova edição, uma verdadeira obra de arte em editoração, nos convida a saborear a leitura, com prazer, e encontrar nela respostas para as nossas indagações.

NÃO DEIXE DE LER!

O SUPÉRFLUO NUNCA É SUFICIENTE

superfluo

Nesta palestra Rohden aborda o luxo e a luxúria – tema muito comentado nas aulas e nos livros.

          Mas vamos tratar só de luxo.

      Luxo é querer bens materiais supérfluos e não apenas necessários. Os bens materiais são necessários para nossa vida presente. Não podemos dispensar comida, ninguém pode viver sem comer. Não podemos dispensar roupa, vivemos na sociedade, não podemos andar nus. Não podemos dispensar casa, moradia. São três coisas necessárias do mundo material. Comida, roupa e moradia. Não podemos dizer: não preciso comer nem vestir ou ter casa nenhuma… Viver na sombra de uma árvore, e chega… Não, no mundo civilizado não se pode usar isto. Usar estas coisas não é luxo, não é ganância. Isto é necessário, perfeitamente compatível com a nossa evolução.

            Agora quando chegamos ao supérfluo em vez do necessário – e o grosso da humanidade faz isto. Ninguém se contenta com o necessário em matéria de comida, em matéria de roupa, em matéria de casa. Queremos o supérfluo, mais do que o necessário, isto então é ganância, isto é luxo, isto é ostentação. E nosso querido ego não conhece a palavra ‘necessário’, ele só conhece a palavra ‘supérfluo’. Vocês podem e perguntar ao seu ego se ele conhece em seu dicionário a palavra: isto é necessário para minha vida. Ele não entende nada de necessário, ele só entende do supérfluo. O nosso ego sempre quer o supérfluo. Ele nunca diz chega, basta, agora vamos parar aqui. Temos conforto necessário.

 

SOFRIMENTO CRÉDITO

crédito

Nós sempre nos perguntamos “Qual a razão do sofrimento”? Os inocentes sofrem por quê? Estas indagações que eu fazia quando passei por um sofrimento físico, encontrei respostas nos ensinamentos de Rohden.

Vejam um pouco do que ele diz:

Todo o mundo pensa que sofrimento é um fator antivital, punitivo. Não é verdade. É claro que há um sofrimento punitivo que no oriente se chama karma. Pagamento de dívidas, sofrimento débito existe, nós não negamos isto – mas quem disse que todo sofrimento é sofrimento débito, punitivo, doentio? Existe sofrimento crédito, eu inventei estas duas palavras. Sofrimento débito – punitivo e sofrimento crédito – evolutivo. Sofrimento débito é para pagar dívidas.

   Bem, se alguém tem dívida para a justiça cósmica, a justiça cósmica cobra em forma de sofrimento, isto é absolutamente certo. O sofrimento punitivo é uma reação contra as nossas culpas, ou contra as culpas da humanidade. Às vezes é coletiva, nem sempre é individual. Mas, existe também sofrimento crédito, sofrimento positivo, sofrimento evolutivo.

                Nas sagradas escrituras há três casos de sofrimento crédito – maravilhosos.  Não há nenhum caso de sofrimento débito. Interessante! Deve existir sofrimento débito, mas na Bíblia não tem.

                O primeiro caso de sofrimento crédito na Bíblia é aquela história de Jó, do Antigo Testamento.  Dois outros casos são do Novo testamento: Jesus e o cego de nascença.

* * *

No livro “Por que sofremos” de Huberto Rohden ele aborda a questão com muita clareza. Este texto eu tirei da transcrição que fiz da palestra “Jesus, o superrealizado”. A apostila tem 9 páginas.

Se alguém tiver interesse nesta edificante leitura escreva para ihgomes@hotmail.com,

e eu enviarei gratuitamente.

SETEMBRO

SETEMBRO

MENTALIZAR O MAL É PERIOGOSO

mentalizar

DO LIVRO TAO TE KING DE LAO TSÉ

Quando o homem não mentaliza o mal,

O mal não lhe acontece.

Deixa o mal no berço da maldade,

E o mal não desgraça o homem.

Ainda que o sábio conheça o seu valor,

Não exibe valores.

Ainda que conheça a sua dignidade,

Não reclama dignidades.

Ele conhece as suas possibilidades,

Por isso não exorbita dos seus limites.