MORTE DE JESUS

Era por volta do meio dia, quando todo o país se cobriu de trevas, que duraram até às 3 horas da tarde. Escureceu o sol, e rasgou-se pelo meio o véu do templo. Jesus deu um grande brado, dizendo: “Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito”!

Com estas palavras expirou.

Lucas: 23,44.

Diz Rohden no livro “Jesus Nazareno”:

    -Está consumado!…

    Qual suave arrebol vespertino a rematar por um dia de ardor estival; qual longínquo tanger de sinos a preludiarem uma grande solenidade; qual retorno do filho ao pátrio lar após uma jornada penosa em terras estranhas – tais soavam estas palavras segredadas pela divina vítima: – Está consumado!…

     Finalmente, Jesus murmura:

     – Pai!… Em tuas mãos entrego o meu espírito!…

      E, inclinando a cabeça, expirou…

      No mesmo instante, realizaram-se fenômenos estranhos e terríficos. Escureceu o sol, estremeceu a terra, partiram-se os rochedos e muitos mortos saíram dos seus jazigos e foram para Jerusalém.

      É sabido que a Páscoa judaica incidia na primeira lua cheia da primavera; e em fase de plenilúnio não pode ocorrer eclipse solar natural por não se achar a lua entre o sol e a terra, mas, precisamente oposta ao nosso planeta. Não se tratava, portanto de um fato natural, mas de um fenômeno extraordinário.

 

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