A PRÁTICA DO DÍZIMO

O grande industrial norte-americano R.G. Le Torneau(1), fabricante de possantes máquinas de terraplenagem, mandou colocar sobre a entrada de uma de suas fábricas a seguinte afirmativa:
Sem título
Esse homem descobriu que nós não temos dinheiro algum, mas que todas as coisas do mundo são de Deus; entretanto, pode o administrador dos bens de Deus tirar para si uma pequena “comissão”. Le Torneau, no princípio, tirava uma comissão de 90% para si, dando 10% a Deus, para fins de altruísmo e religião; por fim inverteu as quotas, dando 90% para Deus e guardando 10% para si, e mesmo assim, desses 10% ele não se considerava proprietário, senão apenas administrador, porque também esse dinheiro pertencia a Deus e à humanidade.
(1) Os contemporâneos de Le Torneau o qualificavam de “O homem de negócios de Deus”.
HUBERTO ROHDEN

DÍZIMO

Na lei mosaica, o dízimo (isto é, a décima parte) era exigido como quinhão do Senhor. Em todo o Antigo Testamento faz-se menção ao dizimo como sendo uma retribuição justa e razoável ao Senhor, como reconhecimento d’Ele como fonte de abundância. As ofertas devem ser feitas porque este é o proceder correto e porque o homem gosta de dar; e não a fim de merecer uma recompensa.
A quem deveremos dar?
Quanto?
Quando?
Cada um de nós reconhece a necessidade de confiar no Espírito de sabedoria que se manifesta em seu coração. Assim mantém-se ativo o espírito de discernimento e cada centavo será gasto a fim de derramar o conhecimento da boa nova e desenvolver a fraternidade.
O Dízimo – significa pôr Deus à frente de tudo o mais em finanças – é um dos meios mais práticos pelos quais o homem pode primeiro procurar o reino de Deus e sua justiça. A todos os que assim procedem, todas as coisas que forem necessárias ao conforto (não à confortite), felicidade e bem estar serão dadas.
O dizimo estabelece um meio sistemático de dar. Ele ajuda a implantar na consciência a ordem na vida e nos negócios externos, aumenta a eficiência pessoal e a prosperidade. E este contínuo “abrir mão” de uma parte do salário ajuda a manter a mente livre de qualquer cobiça.
Praticando o dízimo voluntariamente pomos de lado uma parte de nossos rendimentos para um objetivo definido – a construção do reino de Deus na terra.
Mediante o dízimo substituímos pela fé no poder que tem Deus de suprir as nossas necessidades, o velho temor de que ficaremos reduzidos à penúria se não nos agarrarmos a cada níquel de que dispomos.
Ao abrirmos nossa bolsa, frequentemente abrimos mão de muitas outras coisas às quais vínhamos apegados, e nos tornamos mais livres da mente, alma e corpo; mais alegres e saudáveis.

NOTA: A Alvorada do tempo de Rohden foi construída e mantida com a prática do dízimo que ele incentivava. As doações eram feitas com espontaneidade e alegria.

6 responses to this post.

  1. Posted by Renato Ferreira on 16/10/2013 at 17:03

    Obrigado por sempre tornar claro e limpido as mensagens enviadas por nosso Mestre eterno. abraços
    Renato Ferreira

    Responder

  2. PARA MIM É UMA GRANDE ALEGRIA FAZER ESTE TRABALHO. E TAMBÉM SABER QUE AS PESSOAS GOSTAM.

    Responder

  3. Sensacional, tive a benção de ver o Mestre Rohden , em 1980, quando fui lá na sua casa comprar uns livros! Desde então sou seu divulgador.
    Os retiro de Jundiaí está ativo?

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    • Que bênção! Você é de São Paulo?
      Sobre o retiro de Jundiaí, ainda não está ativo. Quem administra o Ashram e a sede é o Sr. Claret.
      Depende dele e da união de interessados para reativar.
      É preciso primeiro ativar as reuniões da Alvorada de SP.

      Responder

      • Eu sou de S. Vicente, litoral de SP. Eu já visitei o Asham a convite e com o Sr Claret, onde pude meditar no templo…de pedra, à época abandonado, apenas os chalés sendo reconstruídos! Obrigado.

  4. Posted by Sergio Cavalini on 18/10/2013 at 15:42

    Dar o que possuímos e dar também de nós mesmos, eis o verdadeiro dízimo.

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