BHAGAVAD GITA

Bhagavad Gita -

SUBLIME CANÇÃO

Gandhi

Mahatma Gandhi diz, na sua autobiografia, que foi este livro que lhe deu forças para realizar a sua gigantesca obra de libertação da Índia, sem derramamento de sangue, fato inédito na história da humanidade. Bastaria esse fato singular para aureolar de um prestígio divino um livro capaz de inspirar tamanha força à fragilidade humana. Ainda criança, sobre os joelhos da mãe, ouvia o pequeno Gandhi a leitura e explicação da Gita, que mais tarde, pela vida inteira, foi o seu inseparável companheiro.

Shotenhouer

O filósofo germânico Arthur Schopenhauer diz que foi este livrinho que lhe deu forças durante a vida, e seria ele que lhe daria consolação na morte.

Humbolt

O cientista alemão Wilhelm Von Humboldt agradece a Deus por deixá-lo viver tempo bastante para conhecer a Sublime Canção.

Kyseling

O exímio filósofo dos últimos tampos Graf
Hermann Keyserling, que viveu algum tempo na Índia, opina que a Gita é, talvez,
a mais bela obra da literatura mundial.

Goethe

Goethe lia, com enlevo, a Gita e a considerava a “mais Sublime Canção da leitura dinâmica”.

4 responses to this post.

  1. Posted by Zenaide Wanderlind on 18/08/2013 at 0:34

    Querida Iris, li e reli muitas vezes este pequeno grande livro. Realmente e inspirador. Uma sumidade. Adorei saber que tb era livro, por assim dizer de cabeceira de pessoa s tao sabias, sensiveis e humanas. Obrigada pelas postagens. Grande abraço.

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  2. Posted by Sérgio Cavalini on 20/08/2013 at 20:50

    Essa jóia da literatura espiritual deveria ser mais conhecida aqui no ocidente. Entre as traduções que li, considero a do Professor Rohden a mais agradável, pois em seus ricos comentários faz comparativos maravilhosos com o Evangelho do Cristo e com o Tao te King de Lao Tse.
    Rohden como poucos, consegue traçar magníficos paralelos convergentes entre as religiões orientais e o pensamento ocidental.

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  3. O livro é um belo tratado de psicologia, não é mesmo Sérgio? A luta entre o ego humano e o Eu divino. As práticas da yoga e da meditação, da ação desinteressada… Não deve faltar numa biblioteca.

    Responder

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